• AGUARDE...

© COPYRIGHT 2011 Casa de Teatro de Porto Alegre. Todos os direitos reservados.

vai

Criada pelos atores Zé Adão Barbosa e Jeffie Lopes, a Casa de teatro abre suas portas às diversas manifestações artísticas.

Com professores renomados na arte de formação de atores, a Casa de Teatro de Porto Alegre oferece uma série de aprendizados, não somente na área teatral, como também no cinema, na dança, na música, na literatura e nas artes plásticas.

Além do espaço para cursos e oficinas, a Casa de Teatro de Porto Alegre também conta com um espaço para convivência: o Café Bertoldo. Coordenado por Jeffie Lopes, o espaço aconchegante e agregador é aberto à classe teatral e ao público em geral.

Com uma programação intensa de atividades - shows, performances, música, esquetes teatrais, exibição de filmes, grupos de pesquisa e festas de confraternização -, a Casa de Teatro de Porto Alegre torna-se, desta maneira, uma iniciativa de fomento ao desenvolvimento das artes na cidade.

Yheuriet Kalil

Ator

Disse assim:

Eu tenho um orgulho gigantesco em falar que eu sou um dos filhos do Zé Adão Barbosa. Em sua formação, um ator passa por inúmeros professores, métodos e estilos de interpretação. Fazemos cursos e oficinas ao longo de toda vida. No mesmo dia, o ator pode ensaiar o método “x” de preparação para cinema e logo depois ter uma aula de interpretação com um renomado ator inglês. São inúmeros métodos, mestres, estilos... Entretanto, como em qualquer outra arte, temos apenas 1 pai. E eu tive a sorte e a honra de cair na família Zé Adão Barbosa. Dos ensinamentos desse paizão tem uma frase em especial que não sai do meu mural: “Que tamanho de ator você quer ser?”. Freqüentemente essa frase ronda minha vida e serve de estimulante para minha carreira. Também devo a esse pai a primeira letra de música que decorei em minha vida. Antigamente, eu não sabia a letra de nenhuma canção... Entretanto tudo mudou depois de “Lua Branca”, maravilhosa composição de Chiquinha Gonzaga e carro-chefe das aulas de preparação vocal do Zé. E com a memória afetiva repleta de recordações e um subtexto emocionado que canto: “Ó, lua branca de fulgores e de encanto. Se é verdade que ao amor tu dás abrigo. Vem tirar dos olhos meus o pranto. Ai, vem matar essa paixão que anda comigo.

volta